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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O Infantário

A caminho dos dois anos e a querer colocá-la no infantário aos três, já me disseram que ia tarde para arranjar vaga num infantário privado. Sim, privado, porque na minha área de residência só tem vaga aos 5 anos. Fofinho!

Irei iniciar uma saga em busca daquele local "perfeito", que sabemos que não existe. Um local com condições físicas adequadas para crianças pequenas (porque há infantários em apartamentos com uma área exterior mais pequena que a minha sala e a interior nem se fala). Com educadoras preocupadas e carinhosas, com refeições equilibradas, com um trabalho pedagógico que promova a criatividade e não tanto em pintar dentro das linhas. Enfim, perfeito e já agora, que não seja escandalosamente caro!

Senão, tem bom remédio, que será continuar com a pedagogia que a avó lhe tem aplicado: mimo com fartura!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Infantário

Falemos de políticas de natalidade.

Todos sabemos de cor, que incentivos à natalidade são coisas que este país precisa, ora o que este governo NÃO sabe é que não será com os €25,79 de Abono Familiar que eu recebo pela minha filha de 16 meses, que ficarei feliz e até serei capaz de colocar mais um descendente no mundo. Para quem não sabe, o 2º filho recebe mais de abono que o 1º. Esta política é capaz de colar para quem não trabalha e vive de subsídios estatais, o que não é o meu caso.

Eu não sou a favor do Abono de Família.

Podem-me apedrejar em praça pública.

Eu não decidi ter um filho por causa do Abono de Família.

Ahhhhh!!!

Eu decidi ter um filho nesta altura porque a minha filha teria uma avó que iria olhar por ela enquanto os pais estivessem a trabalhar. Senão onde é que eu a deixaria?? Ora bem teria duas hipóteses:

a) – Numa Ama que não conheço de lado nenhum.

b) – Numa creche, que por sinal, a única perto de minha casa abre 10 vagas por ano e a pagar uma fortuna.
Como podem observar, não foi o incentivo monetário que me fez ter um filho e certamente o mesmo se passa com muitos casais que até querem ter a sua prole, mas estão de pés e mãos atados pois não têm capacidade financeira para pagar creches caríssimas e as “outras” sim porque há “outras”, aquelas que têm protocolos com a Segurança Social e a mensalidade é sobre o IRS, são procuradas como sete cães a um osso e muitos ficam de fora.


Soluções: Expandir o Parque Escolar no que diz respeito a creches e Pré – Escolar. Abdico deste meu rendimento extra que é o Abono de Família se souber que a minha filha aos três anos terá vaga na Pré- Primária perto de minha casa.Aqui fica a opinião de um demógrafo, daqueles com bom senso e cujas ideias partilhamos
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